Começando a planejar ou a esquecer
os sonhos, eles serão suaves à noite,
quando não pertencem ao seu tempo,
posto que ainda não é seu.
No silêncio da madrugada,
os sonhos flutuam como nuvens,
leves, etéreos, sem pressa,
esperando o momento certo
para florescer.
Não se apresse, não se aflija,
pois cada sonho tem seu ritmo,
seu próprio compasso no tempo,
e um dia, será seu.
Mas enquanto a lua brilha,
e as estrelas sussurram segredos,
os sonhos dançam na escuridão,
tecendo histórias de esperança
e desejo.
Cada sonho é uma promessa,
um vislumbre do que pode ser,
guardado no coração,
até que o amanhecer o revele.
Então, abrace a noite,
e deixe os sonhos vagarem livres,
pois mesmo que não sejam seus agora,
um dia, encontrarão seu caminho até
você.
E quando o sol finalmente nascer,
trazendo consigo a luz do dia,
os sonhos que pareciam distantes,
se tornarão realidade, brilhando
com alegria.
Pois a vida é feita de momentos,
de esperas e realizações,
e cada sonho, por mais distante,
é uma semente de futuras emoções.
Autor: Iáres Souzà