Estranhamente, sou o que gostaria de ser,
mas os sonhos foram amantes primeiro.
A véspera, pelo que pude perceber,
não é nada além de um emprego torto
do que já sabíamos estar e ser – não do
que queríamos, mas do destino que alguém
quer para mim.
Subi, avancei, escolhi. Pude perceber que o
mal não se perde em nenhum lugar:
é o que temos de equívoco dentro de nós.
Autor: Iáres Souzà